Entrevista com Prof. Alexandre Coutinho Pagliarini

Alexandre Coutinho Pagliarini é Pós-Doutor em Direito Constitucional pela Universidade de Lisboa. Doutor e Mestre em Direito do Estado pela PUC/SP. Professor Efetivo do Mestrado e da Graduação em Direito da UNINTER (Curitiba-PR, Brasil). Diretor de Relações Internacionais do Instituto de Direito Constitucional e Cidadania (IDCC). Tradutor. Advogado.

 

A Barriguda – Gostaríamos de saber como escolheu o Direito e como se deu o início de  sua trajetória profissional na área jurídica.
Escolhi o Direito porque sempre quis advogar e lecionar. E, de fato, no mesmo ano – 1994 -, passei nos concursos para Procurador do Município de Pouso Alegre-MG e Defensor Público do Estado de Minas Gerais, tendo optado pelo primeiro cargo. No mesmo 1994, iniciei a minha carreira acadêmica lecionando Teoria Geral do Estado na Faculdade de Direito do Sul de Minas (FDSM), nunca tendo deixado a vida acadêmica. Hoje, com 22 anos de docência no Brasil e no exterior, pretendo submeter-me a concurso público de docente em alguma universidade pública em que eu possa crescer pela meritocracia.

A Barriguda – Quais temas serão abordados em sua coluna?
Estreei a Coluna Seven Days no A Barriguda. Será uma coluna primeiramente voltada para o mundo jurídico, com ênfase em Direito Constitucional e Internacional. Todavia, construirei uma coluna multidisciplinar, e, neste sentido, serão objeto de análise a política, a economia, o cinema e as artes em geral.

A Barriguda – Quais as motivações e objetivos ao escrever sobre este tema?

No campo jurídico, os temas acima apontados são os que venho desenvolvendo há 22 anos. Nos outros campos, pelo fato de as artes me encantarem, tecerei os meus comentários sobre o cenário cultural no Brasil e fora dele.

A Barriguda –  Um conselho para quem está começando a estudar o Direito

Tenho dois conselhos: 1) dominar as regras da língua portuguesa; 2) tem noção de história. Entendo, sinceramente e com todo o respeito, que o “jurista” que não trafega bem nesses dois ramos deveria trocar de profissão e abrir uma quitanda para a venda de hortifrutigranjeiros no mercadão mais próximo.

Por Ezilda Melo, Laryssa Almeida e Vinícius Leão

 

1 comentários

Deixe uma resposta

*